The Design Company.

You can change this area in header.php

Special Sidebar

You can add any content in this area by go to
Admin->Design->Widgets->Sidebar4

Currently browsing Hiromu Arakawa

All your base are belong to Arakawa!!

Vamos fechar, então, nosso último post sobre a autora de Fullmetal Alchemist falando sobre as duas maiores séries. Aquelas que fazem sucesso e que já conseguiram seu anime. Duas séries envolventes com ação, humor, drama e vários outros elementos misturados para criar um mangá gostoso de ser lido, mas sem precisar xingar a inteligência do leitor. Com tramas bem desenvolvidas, que evoluem ao longo do tempo; com personagens cativantes, profundos e complexos; com lutas bem-feitas. Estamos falando da maior obra da autora, Fullmetal Alchemist, e da série irmã mais nova Juushin Enbu.

Quando ainda jovem, a Arakawa sempre quis ser mangaka. Era o grande sonho de sua vida, e ela começou sua carreira bem jovem como assistente. Nessa época, ela se reuniu com alguns amigos, lançou Shishi Juushin Enbu com o nome Huang Jin Zhou (um pseudônimo em chinês, significando Golden Week), um grupo com artistas e escritores. Algum tempo depois, a Arakawa começa sua carreira com Stray Dog, seu primeiro oneshot. Depois vem Shangai Youma Kikai e Raiden-18. Em 2001, finalmente, temos a estreia de Fullmetal Alchemist. A série começou modesta, simples, e a Arakawa foi evoluindo ao longo do tempo. A trama ficou complexa, os personagens bem-desenvolvidos, o traço evoluiu e, oito anos depois, temos uma das séries mais rentáveis no Japão (e fora dele). Quem já leu ou viu FMA, sabe do que eu falo. Nem preciso falar mais sobre a obra, certo? Quem conhece, pode ler o capítulo 98 e acompanhar o mais novo capítulo (na página dupla colorida, aparece a capa do volume 23 japonês).

Fullmetal Alchemist 98

A série obviamente fez um grande sucesso com o passar dos anos, e depois a Arakawa lançou um novo oneshot, Souten no Komori. Com Souten, dá para se ver a evolução que ela teve desde Stray Dog. Em sete anos desde seu primeiro oneshot, seu traço é bem mais claro e limpo, mas não menos complexo. Sua história tem uma profundidade emocional grande. Foi então que ela resolveu revisitar seu passado e lançar uma história na CHINA antiga! E assim veio Juushin Enbu. Ele inicialmente saía na Shonen GanGan Wing, que foi extinta ainda esse ano, e a série foi pra Shonen GanGan (junto de FMA). Quem leu os oneshots, vai reconhecer muita da “cara da Arakawa” nesse mangá (ainda que ela não faça ele sozinha).

A história basicamente trata de um garoto que recebe uma “espada lendária”, mas que é roubada. Ele descobre ser o portador de uma das sete estrelas, com um poder gigantesco, e ele parte em busca do item roubado. Aos poucos ele se envolve numa trama política complexa armada pelo portador de sua estrela rival. A história é ambientada na China antiga, imperial. Uma excelente série parecida com FMA em alguns quesitos. Ainda que simples inicialmente, a série cativa. Aos poucos, porém, a trama começa a crescer e os personagens vão se desenvolvendo. É uma excelente história, que eu convido todos a começarem a ler aqui e agora, pelo Anima Regia! :D

Juushin Enbu 01 | Juushin Enbu 02 | Juushin Enbu 03 | Volume 1

A série já conta com dezessete capítulos, e eu trago agora os três primeiros capítulos, os do volume 1. Eu ainda acrescentei alguns detalhes em cada capítulo, para vocês conhecerem mais sobre alguns termos que esse mangá traz, já que ele usa palavras e coisas chinesas. O volume 2, capítulo 4 até o 7, eu acho que devo lançar agora no final de semana. Os outros capítulos não tenho previsão, já que segunda minhas aulas começam (e eu volto pra Bauru, e lá editar é mais difícil), mas tento trazer o volume 3 inteiro até o feriado de sete de setembro.

Espero sinceramente que vocês gostem desse mangá, já que eu ADOREI. Mais um mangá com o selo de qualidade Hiromu Arakawa (e o selo Anima Regia). Leiam, todos vão adorar esse mangá, duvido alguém que não goste! :D E esse é o nosso último post sobre a Arakawa, espero que tenham gostado dessa viagem louca que eu propus a todos. Foi uma viagem com o intuito de promover Juushin Enbu, mas pelo menos eu pude apresentar a novos leitores alguns dos nossos oneshots antigos. Quem sabe eu decida fazer isso com outros autores, no futuro? :P

Stay viewtiful!

PS: Só lembrando, essa semana NÃO tem Bakuman, já que a Shonen Week não vai sair.

PPS: Quem ainda não vê FMA Brotherhood, que veja logo! E quem não quiser ver, pelo menos veja a cena da morte da Lust no último episódio. É de arrepiar, sério.

http://www.4shared.com/file/124729117/e98475ba/Juushin_Enbu_03.html

Semana da Arakawa 3

Toriko 03 e 04 + Yu-Gi-Oh! GX 04 LOGO ABAIXO

Vamos para mais um post gigantesco da Semana da Arakawa? Esse é o terceiro de quatro, logo chegamos ao fim e, quem me acompanhou até aqui, conseguiu ler séries maravilhosas. Só um parênteses curto antes de eu começar, vou colocar aqui o capítulo de Bakuman da semana, um excelente capítulo (mas que deu trabalho traduzir e editar). E eu sinceramente odeio a relação Mashiro x Miho, mas enfim…

Bakuman 49

No último post eu fiz vocês rirem um pouco (eu imagino) com Shangai Youma Kikai e Raiden-18. Duas séries nonsense, mas extremamente cativantes. Eu gosto especialmente da segunda. O humor na Arakawa é presente tanto no primeiro trabalho dela (Stray Dog) quanto em FMA. Só que existe uma outra coisa que ela adora desenvolver: o drama, o suspense. Cenas trágicas, fortes, impactantes que, em geral, ajudam a desenvolver a trama e colocam diante do personagem um questionamento: ir ou ficar? Lutar ou aceitar? Esses conflitos e confrontos estão presentes nas suas obras de uma maneira sublime, e ela consegue de forma simples (mas extremamente eficiente) desenvolvê-los (e sem precisar usar artífios Kishimonianos, com treinamentos inventados do nada). Quem lê Fullmetal Alchemist percebe a evolução de cada personagem, bem lentamente; até mesmo personagens que aparecem uma vez na vida têm seu espaço. Cada um tem seus demônios, seus medos, suas fraquezas, e tudo isso é posto à prova em alguma situação. E é agora que eu venho com o último oneshot da Arakawa, feito em 2006: Souten no Komori.

Souten no Komori

Souten no Komori quer dizer “Morcego no Céu Azul”. A autora sai das clássicas histórias fantasiosas ou de ficção científica de que ela tanto gosta, e cria uma trama histórica, uma guerra entre senhores feudais japoneses (os daimyos). Como os conflitos são constantes, é um período de medo em que aparecem pessoas lucrando com mortes e lutas: mercenários. Tentem ver a complexidade da trama, a profundidade a que ela chega em poucas páginas. A metáfora que a Arakawa faz entre besta, morcego e pássaro é tão bela e tão sutil. O desejo da protagonista de ser livre, mas ela não sabe se pode. O desejo do pássaro de voar, mas tem a asa quebrada. O pássaro que quer voar, mas que descobre ser um morcego, uma besta alada. Uma besta que quer voar, mas vira um morcego. Um Japão feudal dividido entre guerras de senhores feudais, disputas de poder e mercenários que se alimentam desse cenário cheio de sangue. O final é extremamente lindo, mas é um final que ninguém quer ver.

Souten no Komori apresenta ainda uma (abençoada) mania da Arakawa: o de pesquisar. Uma de suas manias é procurar inúmeros livros sobre o assunto que ela vai escrever, ouvir opiniões de quem entenda. Ela mesmo disse que se pudesse realizar um desejo, seria o de ter a Biblioteca Municipal de Tóquio. Esse traço dela é amplamente utilizado em Fullmetal Alchemist. Sua série mais famosa, Fullmetal Alchemist, nasceu após ela ler sobre a Pedra Filosofal e gostar da ideia. Ela leu livros sobre alquimia, algo extremamente difícil, pois vários deles entram em contradição. O que mais a atraiu foi a filosofia da alquimia, e não seu lado prático. Ela juntou a isso a Troca Equivalente, extraída de sua fazenda em Hokkaido (lembram que eu falei disso?). Mas uma história apenas com filosofia seria vazia, e assim ela ouviu relatos de refugiados, veteranos de guerra e até mesmo de ex-yakuzas. Inspirada por uma Inglaterra Industrial, adicionando elementos fantasiosos, ela criou seu mangá mais conhecido.

Mas eu não vou falar de Fullmetal Alchemist, vou deixar isso pro último dia. Hoje tentei ser mais curto para que vocês se deliciem com essa belíssima história (quem não se emocionou, considere-se coração gelado). No meu próximo post, eu irei fechar o que conhecemos sobre a mente da Arakawa com o capítulo 98 de Fullmetal Alchemist (eu acho que ele sai segunda ou terça), e ainda com a ÚLTIMA SÉRIE DA ARAKAWA. Sim, o Anima Regia vai trazer o mangá Juushin Enbu, mas deixemos para falar sobre esse mangá quando for a hora. Abraços e esperem ansiosamente pelo meu último post, quando falaremos das duas séries corridas da autora (e ambas saem na Shonen GanGan).

Stay viewtiful!

PS: Vou tentar trazer o capítulo 3 de Ultimo ainda essa semana, mas não garanto nada. Se ele não sair, prometo que eu lanço o 3 e o 4 até o 7 de Setembro. Aliás, o Stan Lee vai fazer uma nova série (que virará anime e mangá), Heroman. Não sei se o Anima Regia irá traduzir, mas no que depender da minha edição, não.

Semana da Arakawa 2

E lá vamos nós à nossa viagem à maravilhosa mente da Hiromu Arakawa. Caso você, caro leitor, não se lembre o que diabos é isso aqui, sugiro que pule alguns posts abaixo  e veja o que eu propus. Se você está procurando Fairy Tail, ainda não é a hora de vê-lo aqui no Anima Regia, já que o cne128 não traduziu ainda. Aliás, Fairy Tail me lembra como o Anima Regia tem uma relação estreitíssima com seu autor, Mashima, ainda que não tenhamos aqui todas as séries dele (como Rave Master e Monster Soul), mas deixa isso pra lá ou esse post não acaba. Se procura Beelzebub ou Psyren, estão logo abaixo desse post. Mas se estão a fim de viajar comigo, continuem lendo :D

No meu primeiro post, eu trouxe o primeiro trabalho da Arakawa, Stray Dog, lançado em 1999 e vencedor de um prêmio. Stray Dog, na verdade, foi só o primeiro trabalho “sério” dela. Isso quer dizer que antes disso ela já se esforçava pelo seu sonho de ser mangaka, algo que vem desde sua infância, quando desenhava em cadernos na escola. Após se formar no colegial, recebeu aulas sobre pintura à óleo uma vez por mês, enquanto ajudava sua família na criação de vacas numa fazenda no norte do Japão, em Hokkaido. Durante essa época, ela criou dojinshis (mangás amadores) com alguns de seus amigos, o mais famoso é Shishi Juushin Enbu, e fez yonkomas (aquelas tirinhas de quatro quadros, também chamados de 4-koma). Só uma pequena fuga do assunto, mas acho que muitos conhecem a origem da Lei da Troca Equivalente em Fullmetal Alchemist, e ela se refere exatamente à essa época da mangaka. Mesmo ganhando dinheiro trabalhando em mangás, ela ainda precisava ajudar na fazenda de seus pais. “Quem não trabalha, não come”, é o que ela dizia. Não foi uma carreira fácil, mas dá para se perceber como ela se esforça e como ela desenvolve uma habilidade para esse mundo. Quem leu o oneshot Stray Dog viu seu talento tanto no traço quanto na trama. Mas apenas uma obra (normalmente) não é suficiente para dizer se o autor é ou não bom, e é aqui que entra a nossa segunda parte da viagem! Após vocês lerem mais duas obras dela, vocês terão uma noção mais clara sobre seu potencial. E eu trago hoje duas séries que desenvolvem o humor da vaquinha.

Shangai Youma Kikai: Cap.  1Cap. 2Cap. 3Cap. 4 - Baixar todos

A primeira se chama Shangai Youma Kikai, e é uma das séries mais estranhas que eu já pude ler. Pelas palavras dela: “Meu primeiro trabalho era sério, então eu queria fazer uma comédia leve dessa vez”. Na época ela tentou invocar o humor dela, colocando tudo do que ela gosta (comédia, China, monstros, velhos barbudos, músculos, coisas inúteis, comidas e oficiais inúteis), e criou algo totalmente nonsense (por falta de um termo mais adequado). Resumidamente, em 2050, a Corporação Taoísta de Demônios de Xangai cuida de demônios que quebrem a harmonia da cidade chinesa. A líder é nada menos que a Kyuubi e um dos funcionários é Jack, o Estripador. O problema é que a cidade sempre acaba sendo destruída pela Corporação, o que coloca o orçamento deles sempre no vermelho. Uma série voltada para o humor (repetindo isso), recheadíssima de ação, com um clima mais ameno que Stray Dog. São quatro capítulos, todos lançados esporadicamente ao longo de sete anos.

A série foi lançada inicialmente em 2000. A Shonen GanGan já tinha percebido o talento dela desde 1999, e em 2001, no ano seguinte, eles deram um “ok” pra ela, e assim estreiou a sua maior obra (por enquanto): Fullmetal Alchemist. A série começou modesta, simples, e era chamada de “comum” no começo. Mas o desenvolvimento da trama e dos personagens animou todos os leitores. Cada personagem é único e facilmente reconhecível. Para se notar isso, reparem que cada personagem tem alguma piada programada por ela (ela não deixa de colocar o humor em suas tramas). Com o tempo, a Arakawa ganhou um destaque grande dentro da Shonen GanGan (e mais um prêmio, em 2004, por FMA). E foi assim que a convidaram para fazer uma série no final de 2005: Raiden-18.

Raiden-18: Cap. 1Cap. 2

Mais uma série focada no humor. Mais uma série nonsense. Mais uma série extremamente cativante. Lançada na Sunday GX (outra revista da GanGan), Raiden-18 explora o lado sobrenatural que a Arakawa tanto ama. A Professora Tachibana é uma espécie de Doutor Frankenstein dos tempos modernos, e ela cria o Raiden-18, sua obra-prima, a partir de partes de cadáveres de pessoas famosas. Seu objetivo é entrar numa competição de luta de “monstros de Frankenstein” e criar outros subordinados. Impossível não rir com as esquisitices da Tachibana ou com as tentativas do Raiden-18 de desafiá-la. Mais uma série femme fatale, coisa que a Arakawa adora. Mulheres extremamente perigosas e cruéis, apesar da aparência normal (Olivie Armstrong e Izumi Curtis não me deixam mentir). Talvez a Arakawa seja uma mulher cruel. Pelo menos dizem que ela guarda um esqueleto no armário do apartamento dela (confirmado por Moritaishi, autor de Highschool Judo Club).

Essas duas séries conseguem expor bem o lado humorístico da Arakawa. Quem acompanha Fullmetal Alchemist percebe como cenas engraçadas acompanham cada momento da trama. Tem quem ache que isso descaracteriza “cenas sérias”, mas quem entender os trabalhos dela verá que seus mangás equilibram o drama e o humor de uma maneira espetacular (às vezes no mesmo quadro), mas nem por isso eles se anulam. São complementares, e se tirarmos de FMA o humor, a série deixa de ter metade do appeal. E, admitam, quem não espera o volume completo de FMA para poder ler os omakes? Uma série só séria cansa, pelo menos pra mim. O humor serve descontrai, atrai você para a obra. Mas vamos parar por aqui, hoje, já que vocês têm seis capítulos para ler (e rolar de rir, acreditem). No meu próximo post (acho que sexta ou sábado), eu venho falar do lado dramático da Arakawa (preparem-se para chorar), e eu vou tentar falar mais sobre a vida dela. No meu post final, acho que segunda ou terça, vou finalizar todo meu perfil da Arakawa e, de quebra, trago o tão aguardado lançamento do mês.

Stay viewtiful!

Bakuman e Arakawa!!

Desculpem, o post estará excessivamente longo. É que hoje eu vou viajar na maionese com esse post, então peço que quem estiver a fim de ler (e conhecer um pouco de conhecimento que eu desejo passar adiante), continue. Quem estiver atrás de Bakuman48 apenas, o link está logo aqui embaixo. Mas se você está disposto a aceitar uma proposta minha (garanto que não se arrependerão), continuem! Estejam abertos  a novas experiências!

Bakuman 48 by Anima Regia

Ver alguns posts atrás, mais especificamente o que tem a imagem no dia do meu aniversário (uma excelente imagem, aposto que foi escolha da Far, ela sabe que Ed chibi me derrete <3), me deixou pensando. O Anima Regia completou dois anos desde a sua fundação, no dia 10 de Junho de 2007. Alguém sabe por que o dia 10 foi escolhido, dentre tantos outros dias? Guto, Far e eu ficamos cerca de vinte dias organizando para estreiar o nosso novo grupo exatamente no dia em que o RAW de Fullmetal Alchemist sai na internet. Sim, acho que poucos percebem a relação estreita que existe entre o Anima Regia e o mangá da vaquinha Hiromu Arakawa. A relação estreita que existe entre eu (Viewtiful) e as várias obras delas. A vontade de traduzir Fullmetal Alchemist com uma qualidade (e velocidade) que eu considero apropriadas para tamanha série (apesar de eu ainda achar que FMA merecia mais cuidado, mas o tempo é curto, e a pressa, gigantesca) me fez agarrar o Anima Regia, me fez pegar gosto pela edição. Foi com esse pensamento em mente que eu comecei a traduzir os outros mangás da Hiromu Arakawa, pensando que nossos fãs adorariam lê-los. Mas isso já faz tanto tempo…

E é por isso que eu venho aqui! Vou utilizar um pouco do espaço do Anima Regia para fazer aquilo que mais me dá prazer: divulgar séries boas e de qualidade para nossos leitores!! Só que, diferente do normal, eu vou apresentar séries que eu fiz num passado remoto, mangás da Hiromu Arakawa. Não sei se muitos terão paciência para acompanhar essa minha viagem ao mundo maravilhoso dos mangás dessa vaca, mas espero que exista pelo menos um leitor disposto a conhecer algo novo. Ainda que você já leia FMA, conheça mais sobre sua autora; mesmo que você já tenha lido cada mangá citado, releia após eu dar algumas informações; se você ainda NÃO conhece os mangás da Arakawa (inclua FMA), por que não conhecer? Por que todos devemos ficar fechados nas mesmas séries de sempre? Expandam seus conhecimentos, aproveitem séries boas (e, principalmente, curtas, não levam muito tempo)!

Eu, Viewtiful, convido você, leitor do Anima Regia, a viajar através dos mangás da Hiromu Arakawa!! Está pronto para começar nossa viagem? Espero sinceramente que sim, e garanto que vocês não se arrependerão! Como vai funcionar nossa viagem: a partir de hoje (domingo), eu usarei quatro dias (não-consecutivos) citando cada um dos trabalhos (e algo sobre a vida) da Hiromu Arakawa (a parte final virá quando eu colocar o capítulo 98 no site, é uma boa forma de esperarmos por ele). Colocarei informações extras e, sempre, tentarei usar alguma referência de Fullmetal Alchemist (a obra-prima da mulher). Peço, por favor, para que você me acompanhe durante essa semana. Se você aceitou essa viagem, leia os mangás dela a medida que eu colocá-los aqui, não se adiante e os baixe. Claro que você é livre para isso, mas estou propondo uma interação entre você, leitor, e eu. E para isso acontecer, precisamos estar no mesmo passo. Acho que já fui suficientemente claro, então vamos começar com o mangá de hoje!

STRAY DOG

Stray Dog! O primeiro trabalho da mulher. Nada mais justo do que começar nossa viagem com o início de sua carreira, aquele que a colocou onde ela está. Enquanto você baixa o capítulo, vamos falar mais coisas. A Arakawa cresceu lendo shonens (apesar de ser garota), e sempre se identificou com esse gênero, decidindo virar mangaka. Ela saiu de sua fazenda no norte do Japão, Hokkaido, e começou como assistente do Hiroyuki Etou no mangá Mahojin Guru Guru na Shonen GanGan. Em 1999 ela conseguiu publicar seu primeiro oneshot na mesma revista, Stray Dog, que ganhou o nono Prêmio “Shonen GanGan” do Século XXI. E é esse oneshot que eu o convido a ler.

Ele evidencia porque a Arakawa é boa no que faz. Uma história dramática (e forte), mas com momentos de comédia e ação. O desenho dela é de primeiríssima qualidade, envolve o leitor. Leiam esse trabalho e entendam por que ela ganhou um prêmio logo com seu primeiro mangá. Tentem ver como ela estava madura para uma trama tão complexa ainda no começo de sua carreira. Assim vocês conseguirão ver por que Fullmetal Alchemist não deixa a peteca cair mesmo depois de oito anos consecutivos (sem nenhuma pausa!). Duvido que alguém aqui não se emocione com essa singela história, uma relação de amor inusitada. E, para quem lê Fullmetal Alchemist, tentem ver uma relação entre esse oneshot e um certo Gaiden.

Eu fico por aqui, dessa vez, já falei bastante. Deixarei para vocês saborearem essa história e tentarem extrair algo dela. Uma pena que o site não tenha comentários ativos (o motivo ainda me é desconhecido!), mas amanhã eu pretendo criar um tópico no orkut aberto para discussões. Espero que tenham gostado de conhecer mais sobre essa mulher sensacional. Caso você ainda não tenha conhecido Fullmetal Alchemist, recomendo (RECOMENDAÇÃO EXTREMA!!) que você vá no Alchemist Project agora mesmo!! Lá dá para encontrar tanto o anime antigo (que, apesar dos pesares, é excelente) quanto o novo anime (o Brotherhood, releitura do mangá) e, claro, todos os 97 capítulos de Fullmetal Alchemist (alguns dos quais eu mesmo editei). No próximo post da Semana da Arakawa, eu trago duas séries dela de uma só vez e destaco o humor dela.

Stay viewtiful, pessoal! E até a nossa próxima viagem Arakawaniana!

Edit: Quem quiser discutir sobre os lançamentos, venha na nossa comunidade do orkut discutir clicando AQUI.

Site voltou!

E coisas importantes foram lançadas!

FMA: Cap.96

Berserk: Cap.305!!!

Fairy Tail: Cap.138

Bakuman: Cap.40

Chrome Shelled Regios: Cap.02

Psyren: Cap.17 ~ Cap.18

Akaboshi: Cap.01 ~ Cap.02 ~ Cap.03 ~ Cap.04

Fullmetal Alchemist: Cap.96

Outra fonte que poderão utilizar, caso o site volte a ficar OFF, é: www.animaregia.blogspot.com, ou twitter.com/animaregia (só nos seguir por lá!)

Só depois do feriado atualizaremos a pág de projetos!

=*